O conteúdo da Coreia do Sul acabou virando um especial!
Nem foram tantos dias assim que fiquei por lá, mas vivi tanta coisa legal nesse tempo que quero compartilhar o máximo de informações possível — quem sabe ajudar outras pessoas que estão planejando uma viagem pra lá. E, claro, também para guardar minhas memórias de viagem.
Neste especial, vou contar um pouco mais do que visitei e do que recomendo muito. Ah, e eu também já escrevi um post com algumas informações práticas da viagem — se ainda não viu, clica aqui pra conferir.
Agora vamos nessa…Primeira parada: Seul
Fiquei 4 dias em Seul e consegui fazer tudo o que eu tinha planejado. Claro que a cidade é enorme e ficaram muitas coisas de fora, mas priorizei o que mais combinava com o meu perfil de viagem. Para isso, os 4 dias funcionaram bem. Mas com certeza eu queria ter ficado mais tempo para explorar com mais calma e conhecer outras partes da cidade — fica para a próxima.
Onde fiquei: Myeongdong
Antes de falar dos passeios em si, quero começar por uma das minhas maiores dúvidas na hora de montar o roteiro: onde ficar em Seul?
Depois de pesquisar bastante, escolhi Myeongdong. E pra mim, foi a melhor escolha possível.
Fiquei no Hotel Marguerite, muito bem localizado (e gostei bastante da acomodação e do atendimento): a poucos passos da estação de metrô, relativamente perto da Seoul Station (se você vier de trem do aeroporto, vai chegar por aqui), do lado de uma Daiso de 12 andares — sim, aquela famosa, já fica a primeira dica 😂 — e a poucos passos da famosa e super agitada Myeongdong Street.
E como o hotel não tinha café da manhã, em alguns dias fui à Paris Baguette que ficava bem próxima. E olha… foi uma escolha certeira. Lanches ótimos, muita variedade e perfeita para dar aquela parada antes de começar o dia.

















E essa já é minha primeira dica: a rua de Myeongdong. A região é cheia de lojinhas pra quem gosta de fazer compras. Tem souvenir, roupas, skincare, mercadinho, de tudo um pouco. E, além disso, muita comida de rua — pra ir andando, olhando e provando.
Antes da viagem, li alguns relatos dizendo que Myeongdong era uma região muito turística, um pouco mais cara e com menos coisas “típicas”, principalmente na comida. E sim, essa também foi um pouco da minha percepção. Mas, mesmo assim, eu gostei muito.
As ruas são cheias, mas têm uma energia gostosa, as lojas funcionam até tarde e é aquele tipo de lugar que dá vontade de ficar andando sem pressa, só observando.



Myeongdong Kyoja
Ainda em Myeongdong, estava na minha lista conhecer o Myeongdong Kyoja.
Ele é um restaurante familiar bem famoso e aparece no Guia Michelin com o selo Bib Gourmand, que indica restaurantes com ótima comida e bom custo-benefício. E já adianto: não é caro. Achei os preços parecidos com outros restaurantes da região.
O cardápio é bem enxuto — só 4 pratos. Eu pedi o kalguksu, que é um prato de noodle com caldo (nao é assim simples como minha descrição, é mais elaborado que isso). Confesso que sou uma pessoa mais básica com comida e não como de tudo, mas esse valeu muito a experiência.
Ah, dica importante: se você não curte pimenta, fique atento. Muitas comidas por lá são apimentadas — e às vezes, mesmo quando dizem que não é, acaba sendo um pouquinho 😅
Pontos próximos para visitar a pé
Ali por perto também tem mais duas atrações que dá para incluir no roteiro e visitar a pé. E o melhor: é gratuito!
- O letreiro colorido escrito “Seoul” — admito que não é exatamente uma atração turística, mas eu sou dessas que ama uma foto nesses letreiros da cidade.
- O Sungnyemun Gate (Namdaemun), um importante marco histórico da cidade. Ele era um dos quatro grandes portões da antiga Seul e representava o portão sul.
Lotte Town Myeongdong
Para quem gosta de compras, perto de Myeongdong fica a Lotte Town Myeongdong Main Store, uma loja de departamentos enorme. É um complexo bem grande (claro que não consegui ver tudo), mas entrei para conhecer.
São muitos andares — algo em torno de 14 — com várias lojas de marcas famosas. Bem, para mim foi realmente só para conhecer, pois fora do meu orçamento e meu perfil. Mas vale a visita porque é bonito lá dentro, e eles também têm restaurantes, supermercado e praça de alimentação, que acabam sendo boas opções também. Em outros bairros, a Lotte tem até parque de diversões, mas esse eu não visitei.
Ah, e bem pertinho dali, vale reparar no telão gigante de LED instalado na loja de departamentos Shinsegae. Ele ocupa praticamente toda a fachada do prédio e chama muita atenção, principalmente à noite. Não é exatamente uma atração turística, mas é daquelas coisas que você acaba vendo enquanto anda pela região. Acho que vale dar uma parada rápida pra observar, nem que seja por alguns minutos. Os vídeos são muito bem produzidos e alguns são fofos demais.



Catedral de Myeongdong
Ainda ali na região (tá vendo como tem muita coisa para fazer nesse bairro?), dá para visitar a Catedral de Myeongdong, que é considerada o berço da comunidade católica na Coreia.
Achei a catedral lindíssima e com um valor histórico muito importante: é a primeira igreja de tijolos da Coreia, construída em estilo gótico. No final do ano, eles instalam cerca de 4.000 rosas de LED, formando um jardim iluminado para celebrar o Natal e trazer esperança para o Ano Novo. Fica realmente muito bonito.



Namsan Tower (N Seoul Tower)
Para encerrar essa primeira parte — e ainda falando de lugares próximos — fica a Namsan Tower, que com certeza entrou para o meu top 3 atrações que eu AMEI em Seul.
A N Seoul Tower é uma torre de telecomunicações e um dos pontos mais icônicos da cidade. De vários ângulos enquanto caminhamos por Seul, dá para vê-la lá no alto, linda ao fundo. Ao redor fica o Parque Namsan, e lá de cima você tem uma vista panorâmica incrível da cidade.
Li relatos de pessoas dizendo que só subir até a base da torre já é um passeio muito legal e que não seria necessário subir até o observatório. E concordo: só estar nos arredores já é lindo. Eu, particularmente, não senti necessidade de subir na torre em si, mas para quem quiser, essa opção existe. A subida é paga, mas ficar na base da torre é gratuito.
Para chegar lá, fui a pé desde o hotel até um elevador urbano (sim, porque é bem montanhoso), que me levou até a bilheteria do teleférico. Escolhi subir de teleférico, mas também há opções de ônibus.
Achei o teleférico muito legal — adoro esse tipo de passeio. Ele é bem rapidinho, cerca de 10 minutos. O valor era 15.000 wons ida e volta ou 12.000 wons apenas um trecho. O teleférico te deixa já no parque, e daí é só caminhar, apreciar a vista e curtir o ambiente.
Lá em cima também tem uma espécie de shopping, opções de alimentação, os famosos cadeados do amor, cafés… dá tranquilamente para passar algumas horas agradáveis. Eu cheguei antes das 10h da manhã e achei perfeito, porque tinha pouquíssimas pessoas e deu para aproveitar com calma.
Essa é só a primeira parte dessa viagem pela Coreia do Sul. Ainda tem muita coisa pra contar e pra descobrir.
Vem continuar essa viagem comigo!


